Em maio de 2026, o dólar recuou para R$ 5,25 e o Ibovespa tocou 187 mil pontos — os melhores níveis do ano para o câmbio e um novo recorde histórico para a bolsa. O movimento reflete entrada de capital estrangeiro atraído pelo diferencial de juros brasileiro, melhora no ambiente fiscal e fraqueza global do dólar.
O que explica o dólar em R$ 5,25
- Diferencial de juros: Selic em 14,75% vs. Fed Funds em 4,25% torna o real atrativo para carry trade
- Dados fiscais: resultado primário melhor que o esperado reduziu o prêmio de risco do Brasil
- Dólar global fraco: índice DXY (dólar contra cesta de moedas) em queda desde março
- Commodities: alta do petróleo e do minério de ferro favorece exportadores brasileiros
Ibovespa: setores em destaque em maio 2026
| Setor | Performance (maio) |
|---|---|
| Bancos | +6,2% |
| Commodities (Vale, Petrobras) | +4,8% |
| Varejo | +8,1% |
| Real Estate (FIIs e construtoras) | +5,5% |
Dados estimados para maio de 2026. Variações de curto prazo não representam tendência. Fonte: B3.
O que os analistas projetam para o segundo semestre
O consenso do mercado para o segundo semestre de 2026:
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- Dólar: entre R$ 5,10 e R$ 5,60 — dependendo do ritmo fiscal e do Fed
- Ibovespa: entre 170 mil e 210 mil pontos
- Selic: estável em 14,75% — sem cortes previstos em 2026
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